LIVRO

Tem perigo no ar!

O Instituto DimiCuida lança o livro Tem Perigo no Ar
com o objetivo de alertar crianças e adultos sobre o perigo das brincadeiras que envolvem a respiração.

Voltado para crianças de 05 a 11 anos, o livro mostra de forma lúdica como nosso cérebro precisa de oxigênio para funcionar bem.

Características Técnicas

  • ISBN: 978-85-8160-074-1
  • Edição: 1ª
  • Formato: 21 x 21
  • Idioma: Português
  • Ilustrador: David Palatnik
  • Páginas: 40
  • Destaque: Revisão técnica por Fabiana Vasconcelos
  • Autores: David Palatnik e Israel Felzenszwalb

Sobre o livro

Editado pela Vieira&Lent em parceria com o Instituto DimiCuida, o livro alerta crianças e adultos sobre o perigo de brincadeiras que envolvem a respiração ("parar de respirar"). Mostra como nosso cérebro precisa de oxigênio para funcionar bem. E de que forma o bom funcionamento do nosso corpo fica comprometido quando ele não recebe a quantidade necessária de oxigênio. Por conta da gravidade das sequelas, o objetivo do livro é esclarecer crianças, jovens, pais e educadores sobre como lidar com essas brincadeiras perigosas. Nesses casos, enfrentar os desafios, é assumir sérios riscos, até de morte, e não prova de coragem.

Os autores

  • Israel Felzenszwalb

    Ex-diretor do Instituto de Biologia da UERJ (IBRAG-UERJ), é carioca e biólogo. Trabalhou no Centro Médico da Universidade de Stanford (EUA) e no Instituto Gustave Roussy, Villejuif (França). É Doutor em Ciências da Vida, pela Universidade de Paris VI (França), pesquisador CNPq e Cientista do Nosso Estado, FAPERJ. Foi presidente da MutaGen-Brasil e coordenador de programas de pós-graduação de Biociências e de Meio Ambiente na UERJ.

  • David Palatnik

    Carioca, é diretor de arte, com passagens por várias agências de publicidade, designer gráfico, web designer, escritor e ilustrador de literatura infantojuvenil. É formado em Engenharia Elétrica – com mestrado em Ciências da Computação – tendo atuado durante 14 anos como projetista de software na COBRA Computadores. A “mudança de rumo” deu-se na década de 1990 quando percebeu que a “veia artística” falava mais alto. A partir de 2009, ampliou seu foco criativo para o ramo editorial, direcionando-o à faixa etária que abrange os (bem) mais jovens.